Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência relembra importância do Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Celebrado nesta quinta, dia 2, a data busca garantir direitos, promover a inclusão e trazer atenção ao tema.

Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado dia 2 de abril, tem como objetivo garantir os direitos, promover a inclusão e trazer atenção ao tema, uma vez que o Transtorno de Espectro Autista (TEA) é caracterizado pela comunicação social, comportamental e de interação social das pessoas que o tem.

Mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo possuem o TEA, que desenvolvem em diferentes graus os sintomas emocionais, cognitivos, motores e/ou sensoriais. Esses sintomas criam uma limitação no comportamento social e na comunicação. Alguns sinais de alertas devem ser observados, caso a criança tenha dificuldade de criar laços com outras crianças, dificuldade em sair de uma rotina, ao invés de verbalizar, assinala necessidades por meio de gestos, evita contato visual e prefere se comunicar com distância e cria laços com objetos pessoais. Essas limitações e dificuldades requerem maior atenção do responsável ou cuidador do autista.

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, ressalta a importância do cuidado que devemos ter para manter uma boa comunicação e incluir estas pessoas. “O amor, a paciência, a compreensão e o respeito são capazes de garantir a comunicação e a interação de todos dentro de uma sociedade. Com um pouquinho de boa vontade e solidariedade, situações diferentes passam a ser comuns”, diz.

Com isto, a SEDPcD-SP espera que o dia 2 de abril seja, na prática, um dia de alerta para que a sociedade possa conhecer e entender o cotidiano de uma pessoa com autismo e suas características.

Recomendações de medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pelo Coronavírus para pessoas com deficiência – Em meio ao isolamento social, para o cuidado e prevenção em tempos de pandemia da COVID-19 (novo Coronavírus), a Secretaria realizou o lançamento de uma Nota Técnica voltada às pessoas com deficiência, seus cuidadores e familiares.

Ser uma pessoa com deficiência, não significa por si só, que ela apresente maior vulnerabilidade à COVID-19. Há um grupo de risco que compreende as que apresentam sequelas graves, principalmente com restrições respiratórias, dificuldades na comunicação e cuidados pessoais, aquelas com condições autoimunes, as pessoas idosas (acima de 60 anos), as que apresentam doenças associadas como diabetes, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rim, doenças neurológicas e aquelas em tratamento de câncer.