Casa Paulista viabiliza 3.481 moradias em nove cidades paulistas

Parceria entre o Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, a Agência Casa Paulista, do Governo do Estado, e municípios possibilita mais de R$ 400 milhões em investimentos.

Entre o sábado (3) e esta terça-feira (6), o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Agência de Fomento Casa Paulista, liberou recursos para o início da construção de 3.481 unidades habitacionais de interesse social em nove municípios paulistas, incluindo a Capital. O aporte estadual, de R$ 63,5 milhões, é essencial para concretizar a aplicação dos recursos do programa Minha Casa, Minha Vida no Estado de São Paulo, que, neste caso, somam R$ 318 milhões. Sem o complemento do Estado, o programa federal não teria viabilidade econômica em São Paulo, em decorrência da realidade dos custos de construção e terrenos encontrada por aqui.

“Estamos possibilitando, hoje, que 3.481 famílias saiam do aluguel e realizem o sonho da casa própria. Além disso, também estão sendo gerados cerca de 6 mil empregos diretos. Essa realização se deu a partir da união dos municípios, com as prefeituras; do governo do estado, através da Casa Paulista; e do governo federal, pelo Minha Casa, Minha Vida. Sempre que damos as mãos e juntamos esforços, o povo ganha”, disse o governador Geraldo Alckmin.

No sábado (3), o Governador Geraldo Alckmin assinou, em São José dos Campos, a autorização para início das obras de 240 moradias do conjunto habitacional Cajuru II, localizado no bairro que dá nome ao residencial. O aporte da Casa Paulista foi de R$ 4,8 milhões.

Nesta terça-feira (6), em evento realizado pela manhã no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin e o Secretário de Estado da Habitação, Nelson Baeta, assinaram a liberação de recursos para empreendimentos em mais sete municípios, totalizando outras 1.993 unidades habitacionais: Aguaí (181 uhs – Condomínio Residencial Rosas I e II, com aporte de R$ 1,7 milhões da Casa Paulista); Boituva (300 uhs – Residencial Villagio das Oliveiras, com aporte de R$ 4,5 milhões da Casa Paulista); Jaú (117 uhs – Conjunto Habitacional Jaú P, com aporte de R$ 1,8 milhões da Casa Paulista); Morro Agudo (100 uhs – Residencial Cidade Nova Etapa I, com aporte de R$  2 milhões da Casa Paulista); Osasco (300 uhs – Condomínio Vila Alemanha, com aporte de R$ 4,9 milhões da Casa Paulista); Praia Grande (588 uhs – Condomínio Residencial Vitória, Jardim Imperador III, Conjunto Habitacional Imperador IV, Jardim Imperador V e Jardim Imperador VI, com aporte de mais de R$ 16 milhões  da Casa Paulista); e Sertãozinho (407 uhs – Conjunto Habitacional Cruz das Posses I, com aporte de R$ 3,1 milhões da Casa Paulista). Para estas obras, o aporte da Agência Casa Paulista supera os R$ 34 milhões, contando com mais de R$ 175 milhões da União.

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“É uma alegria anunciar mais investimentos em Habitação de Interesse Social. O Estado de São Paulo é o único da federação que investe 1% de ICMS em uma habitação diversificada, que envolve PPPs, obras da CDHU, Casa Paulista, feirões de imóveis, urbanizações, etc. Hoje, estamos assinando ordens de autorização para a construção de novas moradias em sete municípios, com cerca de R$ 210 milhões investidos”, afirmou o secretário Nelson Baeta Neves.

Ainda nesta terça-feira (6), Alckmin e Baeta participaram de evento na sede da Prefeitura de São Paulo, onde assinaram a liberação de recursos de outras 1.248 novas moradias para a Capital. Os empreendimentos serão erguidos em terrenos da Cohab paulistana e contarão com aporte de R$ 18 milhões do município, R$ 25,2 milhões do Estado, por meio da Agência Casa Paulista, e R$ 119,8 milhões da União. Ao todo, são mais de R$ 163 milhões investidos nas novas unidades habitacionais para a cidade de São Paulo. As moradias estão distribuídas em seis conjuntos habitacionais: Manuel Bueno I (300 uhs), Manuel Bueno II (300 uhs), Residencial Terreno A (194 uhs), Residencial Campo Pitangueiras (89 uhs), Residencial Osório C (215 uhs) e Residencial Osório D (150 uhs).

Casa Paulista – A Agência Casa Paulista foi criada em setembro de 2011 pelo Governo do Estado de São Paulo para fomentar a habitação de interesse popular e acelerar o atendimento à demanda habitacional em território paulista. Classificada como marco substancial de mudança na política habitacional em São Paulo, estabelece parcerias, capta recursos junto a governos, agentes financeiros e iniciativa privada e destina subsídios e microcréditos para viabilizar ou melhorar as condições de moradias para famílias de baixa renda, especialmente entre um a cinco salários mínimos.

Morar Bem, Viver Melhor – Reúne todas as ações e investimentos em habitação, como infraestrutura, urbanização, requalificação, acessibilidade, qualidade das construções e equipamentos, cuidados com o meio ambiente e qualidade de vida para as famílias atendidas.

Foto: Amanda Bracho Donatiello